O consumo equilibrado de probióticos e prebióticos na terceira idade pode trazer benefícios à saúde, mas você sabe a diferença entre eles? Os probióticos são microrganismos (bactérias) vivos, como os lactobacilos e as bifidobactérias, que se administrados em quantidades razoáveis, são benéficos à saúde. É no intestino que ocorre a principal ação dos probióticos, capazes de facilitar a digestão e a absorção dos nutrientes, tais como ferro, cálcio e vitaminas do complexo B.

O termo probiótico acabou ficando conhecido pela maior parte dos brasileiros por conta dos iogurtes e leites fermentados, produtos que contêm esses micro-organismos e que costumamos comprar no mercado. Geralmente eles precisam ser mantidos sob refrigeração constante e possuem pouco tempo de vida. No entanto, além dos alimentos industrializados (lembre-se, cuidado com esse tipo de produto! Veja o post que já falamos sobre o assunto), é possível consumir probióticos em forma de pó e cápsulas. Graças à sua capacidade de equilibrar a flora intestinal, os probióticos ganharam a fama de “micro-organismos do bem”. Seu uso, no entanto, deve ser orientado por um nutricionista, que irá indicar o melhor tipo para você.

Já os prebióticos são componentes alimentares não digeríveis (fibras) que podem ser benéficos na medida em que estimulam a proliferação ou atividade de populações de bactérias “boas” (que não são nocivas ao intestino). Entre os seus benefícios também está o fato de ajudar na manutenção da flora intestinal, facilitar a produção de substâncias capazes de aumentar a absorção de cálcio, diminuir a do colesterol ruim (LDL) e prevenir a diarreia. Fortalecer o sistema imunológico, porém, está entre os principais benefícios. O alho, a cebola, a banana, a aveia são alguns exemplos de alimentos prebióticos. Eles podem, ainda, ser ingeridos por meio de suplementos, que devem ser orientados por um profissional.

Até o próximo post!